Farinha
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Oito mil anos depois das primeiras tentativas de transformação de grãos de cereais em pó, o grande desenvolvimento tecnológico ocorreu também no processo de moagem, o que veio permitir que se produza uma variedade de farinhas de qualidade, e que nos tenta quase a dizer que existe um tipo de farinha para cada tipo de preparação.
Aparentemente, a diferença entre as várias farinhas está na sua granulometria e cor. Nutricionalmente, podemos afirmar que estas diferenças alastram-se também ao teor de substâncias minerais, também conhecidas por cinzas. Desta forma, quanto mais elevado o teor em cinzas de uma farinha, mais farelo ela contém.Farinha tipo 45 – é a mais refinada e branca. Especializada na confecção de massas de bolos finos, tipo pão-de-ló ou tortas, já que as tornam muito fofas.
Farinha tipo 55 – é das mais utilizadas nas preparações caseiras e é indicada para a confecção de bolos, tartes, pastéis, entre outros.
Farinha tipo 65 – é a mais utilizada na panificação, uma vez que é indicada para a confecção de pão branco, embora possa também ser utilizada para bolos, tartes e pastéis.
Farinha semi-integral – as farinhas tipo 80 e 110 são utilizadas em panificação e indicadas para a confecção de pão semi-integral e de mistura.
Farinha integral – contém todos os componentes do grão do trigo, o farelo e o gérmen, finamente moídos, de forma a que possa ser utilizada em qualquer confecção culinária. É naturalmente rica em fibra.
Farinha auto-levedante – é aquela à qual é adicionado fermento químico. São farinhas indicadas para a confecção de bolos e de massas leves e arejadas.



 

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